sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Artigo do Jornal Expresso Ilustrado - Em defesa dos agronegócios (Parte I) - por Giovani Pasini

Em defesa dos agronegócios
(Parte I)


Este artigo homenagearia a 15ª Feira do Livro de Santiago. Contudo, como sei que este Expresso estará lotado de elogios, apenas dou os parabéns para a organização e, principalmente, para Jaime Piva e seu belíssimo livro “A Ciência da Burrice”, que estou apreciando muito. Nessa semana, assisti a palestra “Agronegócios e Geopolítica Nacional”, do Sr. Tarso Teixeira, Vice-Presidente da FARSUL. As declarações que farei a partir de agora, parecerão antipáticas para alguns, essencialmente para os ambientalistas. Não posso deixar de externar, entretanto, que a exposição foi brilhante e diminuiu sensivelmente a minha ignorância em relação aos agronegócios brasileiros. Percebi, com números e admirável explanação, a realidade do “terrorismo” que os produtores rurais estão sofrendo, na atualidade. Quais são os verdadeiros motivos, escusos, que tornaram os agronegócios como alvo preferencial de ataques políticos, da imprensa e de organizações não-governamentais? O que há de interesse por trás dessas ações? A massa é conduzida por ONGs estrangeiras, justo quando o Brasil se aproxima da liderança, em diversas frentes do agronegócio. O produtor rural sofre inúmeras agressões: terrorismo agrário, ambientalismo radical, falsos indigenismos e ofensas de forças organizadas (ONGs etc.). Concordo que devemos defender o meio ambiente, mas a produção de alimentos não é um caminho para acabar com a fome mundial? E o turismo rural, a pecuária e a agricultura familiar? A bancada ruralista no congresso, entenda o que digo, deve possuir uma conotação positiva: sinônimo de representantes de uma classe que é composta, na maioria, por pequenos produtores. Aqueles que estão sendo massacrados por políticas atrasadas, de governo assistencialista da massa – no sentido “gramcista” do poder. Domínio da imprensa, da religião e da escola. Domínio da “ciência de nossa burrice”. (Continua)

Um comentário:

  1. Grande Pasini, meu prezado amigo: Muito grato pelo atencioso referencial alusivo ao meu livro, cujo elogio eu credito aos estreitos laços de fraternal identificação que nos aproximam. A contrapartida é mais do que verdadeira: estou a me abeberar, sofregamente, da sua inspirada antologia de 77 Crônicas e Contos, meu atual livro de cabeceira, emoldurado por bela dedicatória que me envaideceu. Saiba que sou devoto admirador da sua professoral obra literária, maestria na escrita, erudição, cultura, idealismo e, sobretudo, educação e finura de trato! Grande abraço.

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