quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Artigo Jornal Expresso Ilustrado - 11 de de dezembro de 2015 - Falar mal é uma arte (parte 2)


Falar mal é uma arte (Parte 2)

Recebi alguns comentários sobre o artigo “Falar mal é uma arte”. Um dizia: O escritor e professor Giovani Pasini falou sobre a arte da fofoca usando sua coluna do Expresso. Abordou a necessidade que muitos têm de propagar algo mentiroso ou sobre o qual não têm certeza. Essa “arte” faz parte da vivência humana, como bem argumentou o colunista. No entanto, ele esqueceu de mencionar que há uma maneira de saber se o seu “amigo” fala mal de ti. É só ouvi-lo. Caso ele fale mal de duas ou três pessoas em menos de uma hora, não restará dúvida: falará mal de você também. Como ensinou o filósofo Platão: “Pessoas normais falam sobre coisas; pessoas inteligentes falam sobre ideias; pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”.


A realidade é que (se formos verdadeiros) todos nós falamos mal dos outros. (Vírgula) Todos nós, adultos. Esse péssimo hábito é inexistente entre as crianças. Mas, se todos nós falamos mal, qual a diferença entre um cidadão ilibado e o ‘mentiroso profissional’? Chama-se péssimo hábito; ou seja, a quantidade de vezes que se pratica a falácia, principalmente em casos que você não está emocionalmente envolvido. Concordo com o leitor: indivíduos que nutrem o ‘vício’ de fofocar também o farão com você. Até mesmo pelo fato de que todos somos imperfeitos. Portanto, se formos mal-intencionados, não será difícil acharmos falhas nos ‘amigos’. Nisso (quem sou eu!), discordo de Platão: os inteligentes falam menos de pessoas e mais de ideias. Final de ano. É tempo de (virar-se) para si; buscar mais soluções e menos problemas.

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